Servir é a expressão máxima do amor de Deus se movendo em nós
Pense na única verdade: Deus é a máxima expressão do amor. E não existe pecado ou instituição que possa impedi-Lo de te amar plenamente.
Deus é amor? Quantas vezes ouvimos isso em nossa vida? E quantas vezes experimentamos, de verdade, esse amor? Deus é amor — e também ainda é mentira em nossa vida.
Quem experimenta o amor de Deus não é capaz de ser a mesma pessoa. Quem experimentou o amor de Deus passa a amar toda a sua criação de verdade.
Só em Deus devemos mergulhar. E, para ter acesso a Ele, é simples: basta ser amor. E como é que devo amar?
Amar é ser mais que gentil. O amor de Deus é o amor que serve o outro. Quer amar a Deus em todas as Suas criaturas de verdade? Então ame o serviço de servir.
Amar, na dimensão divina, é servir ao outro. É servir além dos meus gostos pessoais. É servir para que, no serviço, eu aprenda a amar, e, no exercício de servir, eu me abra ao mistério do amor.
E, ao me abrir ao mistério do amor pela força do servir, eu mergulho na essência do amor divino. Mesmo com todas as minhas limitações, eu serei acolhido por Deus em Seu imenso amor.
É preciso se colocar a serviço. É preciso ser o azeite do amor de Deus no mundo. Servir sem exigir nada em troca. Servir para vencer o egoísmo latente.
Deus é amor! E também quer que você seja amor — como você é, onde você está. Apenas te chama a servir.
Deus se revela no amor que serve e nas pessoas que servem para assimilar o amor. Deus é amor que se manifesta nas mãos dos que servem. Quem, de fato, quer viver no amor de Deus?
É levado, naturalmente, a compreender que Deus se revela no serviço ao próximo. Quando vencemos o nosso egoísmo servindo, servir nos faz superar os nossos vícios.
Que o serviço de amar seja o nosso serviço constante. Porque Deus se comove com as pessoas que servem. As pessoas que amam servindo são capazes de tocar o coração de Deus.
Em meio às lutas diárias, em meio aos afetos que não nos afetam, Reborn — o substituto dos afetos verdadeiros — nos revela o nosso mais humano desespero.
Humanidade que se passa por forte, que se esconde em aparências, descoberta por uma boneca: a realidade está fragilizada.
Humanidade fragilizada, por que se esconde? É o medo da verdade? Egoicidade que já não pode ser sustentada? O movimento vem de fora para dentro.
A humanidade fragilizada está acuada, tenta disfarçar que ainda não foi descoberta, segue acuada... escondendo-se nos delírios do ego.
O mundo está na UTI, e dificilmente sairá com vida. A cura da alma é uma cura complexa; a alma exige a nossa participação colaborativa.
Um ser humano fragilizado aceitará que estamos vivendo em um mundo doente? E que nós somos seu principal agente causador? A cura da alma exige de nós essa aceitação.
Abramos os nossos corações e mentes às novas ideias
A minha história é de busca, De intensidade e interioridade. É ser e não ser, Desejo e reclusão.
A minha história é de fracasso, E, como todo bom fracassado, me justifico. Me justifico da pobreza que recebi como herança, E querem me ver calado.
A minha história é como a sua: Nos calaram até não querer mais. Nos mantiveram presos nessas ideias, Ideias que nos fizeram acreditar.
É hora de dar um basta nessa opressão, Passou da hora de se libertar dessas ideias, Ideias que não se justificam com tanta injustiça. É hora de deixar novos ares entrar.
São nessas horas que temos que nos convencer De que seguir essas ideias do sistema não dá mais. O mundo está perdido em egos, Egos de poucos, mas egos autoritários.
Ir em direção às ideias fundamentalistas é um erro. É preciso dar espaço e valorizar o debate. É debatendo que chegamos às boas e novas ideias — Que as boas e novas ideias então floresçam.
(Poetic translation of Carlos de Campos original work)
The precious value of life — a life constantly wounded by our hollow existence that insists on resisting the cold.
The cold of indifference that condemns us, that crushes us — the cold of ignorance.
Life is precious. But whose life? The life living off scraps of dignity? The life that dares not be happy?
What is life? Is it the life found in a latrine? Is it the life they want me to live? Ah! What I know is **my life is not precious.**
There is no dignity where contempt is the currency. Where indifference makes all the difference — and is always the best way.
Yes, life is precious... but only for the one percent.
Our silence has brought us here, where over ninety percent prefer indifference. It’s our national signature: to be a submissive people, always complaining — but choosing to live in the purest omission.
Translated from the original Portuguese version using AI to maintain poetic and emotional fidelity.
O precioso valor da vida, vida que é constantemente ferida por nossa existência vazia, que insiste em resistir ao frio.
O frio da indiferença, que nos condena, nos massacra — frio da ignorância.
A vida é preciosa. A vida de quem? A vida que vive de restos de dignidade? A vida que não se permite ser feliz?
O que é a vida? É a vida encontrada na latrina? É a vida que vocês querem que eu viva? Ah! O que eu sei é que a minha vida não é preciosa.
Não existe dignidade onde há tanto desprezo, onde ser indiferente faz toda a diferença — e é sempre o melhor jeito. A vida é preciosa, sim! Só que é a vida dos 1%.
O nosso silêncio nos trouxe até aqui, onde mais de 90% prefere a indiferença. É a nossa marca registrada: ser uma nação submissa, que só vive reclamando, mas prefere levar a vida na mais pura omissão.
Só em mais um dia, essa solidão que insiste em ficar fica, a todo instante, a me recordar que este é mais um dia em que estou só.
Somente eu e a minha solidão, solidão só, com sua presença — presença fria, distante de nós.
Minha cara solidão, então vem, me abrace a noite inteira, me faça senti-la até os sentidos sentirem o que já não existe mais.
Se possível, inscreva-se, curta, comente e compartilhe.
A solidão é noite passageira dos nossos sonhos tardios... O sonho de uma noite de solidão.
É mais uma noite, e estamos sós: somente eu e a minha solidão, eu — e toda essa multidão.
No anoitecer, você chega, chega em silêncio... em um silêncio eloquente. Você se aproxima e me abraça a noite inteira.
Carlos de campos
Deixe sua visão sincera sobre o poema — ela vale ouro! Gostou? Não gostou? Sentiu algo? Ficou indiferente? Toda opinião aqui é bem-vinda. Sua leitura, mesmo em poucas palavras, ajuda a poesia a respirar fora da minha solidão e a encontrar novos sentidos. Comente com o coração. Seja qual for sua visão, ela importa.
Se possível, inscreva-se, curta, comente e compartilhe.
Quem, absorvendo o amor, o ignora? Quem compreende as ideias quiméricas do amor? Quem é o amor? O que se pode esperar do amor?
Cada coração como oferta ao amor? O amor é um ente? Por que amar? O amor é uma energia?
Eu, em nada, me vejo amando. São só conceitos abstratos. Nem sabemos o que é o amor, e não fazemos a menor ideia do que seja.
Seguimos uma ideia do que é o amor. O que é o amor? O amor, como nós compreendemos e vivemos, é cárcere privado.
Ninguém ama na essência do que é o amor. O amor é essencialmente liberdade. Liberdade em sua plenitude. O amor é liberdade no cuidado. O amor é a plenitude da confiança.
Quem ama é totalmente livre. Quem ama se sente cuidado e liberto. Quem ama de verdade transgride o conceito vigente do patriarcado. Amar é viver em um jardim aberto.