Categoria: A Arte da Trégua

A Arte da Trégua, acompanhe a construção deste novo livro, poema após poema.

Livro 1: A Arte da Trégua
Autor: Carlos de Campos

  • A democracia do Brasil se salvará das garras do “império” em decadência?

    A democracia do Brasil se salvará das garras do “império” em decadência?

    Democracia em estado de alerta
    Para expurgar todo esse pesadelo
    O antídoto está simplesmente em olharmos para os fatos
    Os fatos que vão além do nosso cercado.

    Democracia em total alerta
    O antídoto está em sua consciência
    O resultado está em suas mãos
    As consequências podem ser boas ou ruins.

    A democracia nos torna independentes
    A distorção disso se chama autoritarismo
    O autoritarismo é o câncer mortal em uma democracia
    Continuar sendo independente ou ser subjugado?
    Só depende de cada um de nós.

    Que tenhamos boa vontade com nossas crianças, idosos e conosco
    Os desocupados buscam pelo caos
    O caos não nos favorece
    Quem ganha em uma democracia em frangalhos?

    O nosso destino cabe a nós decidirmos
    De um lado, a convivência pacífica em uma democracia
    Do outro lado, armas, fome e abandono generalizado
    Onde meia dúzia desfruta do bom e do melhor.

    O que você busca são melhorias?
    As melhorias só poderão ser encontradas em uma democracia
    Só em uma democracia você terá seus direitos garantidos
    O que você precisa fazer está em sua consciência.

    Carlos de Campos

  • O céu desaba em chuva para lavar toda a nossa história

    É a chuva caindo e lavando toda a sujeira
    Crostas de limbo sendo expostas
    Agentes bactericidas da imoralidade devastados
    A chuva cai em todos os cantos
    As áreas ocupadas por sujeira são reveladas
    A imundície que tentaram esconder, agora é possível ver.

    O vendaval que descobre casas
    É o mesmo vendaval que mostra quem é você
    É o mesmo vendaval que denuncia as suas conexões
    A chuva que cai é a mesma que faz justiça
    É a chuva que encontra os bueiros entupidos
    Trazendo toda a promiscuidade para cima.

    Os ratos estão encurralados
    São obrigados a circularem entre nós
    Sem poderem voltar para os esgotos
    Começam em um ato de desespero
    A colocarem pânico pelas esquinas
    São muitos os ratos invadindo as nossas cozinhas.

    Entre as nuvens chuvosas está o sol
    Entre cada bueiro entupido está a verdade desentupindo
    Está entre nós o inocente e o culpado
    Está quem esconde e quem revela
    Está quem tem medo da verdade
    Como o sol que está atrás das nuvens
    E que, sem tardar, voltará a brilhar
    Deixará tudo muito claro
    Porque, no fim, a verdade e a justiça prevalecerão.

    Carlos de Campos