O sol ilumina as feridas abertas

Redimensionando a ordem natural
O epitáfio do ordenamento
Em uma desordem acumulada
Os segredos estão revelados.

Fogem os homens entrincheirados
Maculados em sua moral
Definham-se em suas próprias mentiras
Em sua última tentativa de nos ludibriar.

Ousou dizer que era mentira
Para que logo em seguida
Fosse inquirido pela justiça,
o tribunal da verdade popular.

Ousou enganar quem a ti devotava total e enorme confiança
Abutres de nossa dignidade
Vendilhões de nossa amada democracia
Quis o destino que hoje fosse o início do fim de sua dinastia.

O que mais iremos encontrar nesse esgoto a céu aberto?
O que diremos aos nossos filhos se nos omitirmos?
O sol do meio-dia está iluminando essa ferida
É chegada a hora de nos unirmos.

Para que, fortalecidos, possamos
Curar toda essa infecção
Do nosso meio
Esse é o presente que nos foi dado pelo nosso querido universo.





Carlos de Campos 

Comentários

Uma resposta para “O sol ilumina as feridas abertas”

  1. […] entre nós o inocente e o culpadoEstá quem esconde e quem revelaEstá quem tem medo da verdadeComo o sol que está atrás das nuvensE que, sem tardar, voltará a brilharDeixará tudo muito claroPorque, no fim, a verdade e a justiça […]

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