Divino Bot O mundo perdeu a razão Se é que algum dia a teve O mundo perdeu o bom senso Se é que algum dia o teve. Nem tanto ao céu e tão pouco ao inferno O mundo gira em pleno inverno Nos fazendo ingerir cápsulas de ignorância A vida virtual é um barato e deprimente. Nada escapa do olhar do divino bot Em que somos devedores de honra e glória Somos seus servos e escravos Nada de amigos Submetidos a sua glória em nome da informação. A mãe de nossa alma Nos pede que sejamos mais atentos Cautelosos ao espalhar conteúdo pela internet Que o bem-estar e o bom senso prevaleça. E que cada pessoa possa se sentir segura Que sua dignidade seja protegida Que os algoritmos sejam humanizados E que a nossa experiência na internet seja prazerosa. Carlos de Campos Conteúdo que você também pode gostar Meditação como ferramenta de transformação social PARDIEIRO Escolha Adquira o meu livro aqui Enquanto a solidão me abraça
Tag: autoconhecimento
-
Divino Bot
-
BIBLIOTERAPIA USA A LEITURA PARA TRATAR DEPRESSÃO E REDUZIR ESTRESSE E ANSIEDADE
Por Luciane Borrmann
Praticar a leitura faz bem à imaginação, à memória e aos neurônios.
Um livro, um contador de histórias e um grupo de pessoas. Como isso pode influenciar a vida e a saúde de um indivíduo? Uma história ao ser lida, narrada ou dramatizada pode fazer surgir vários sentidos nas pessoas, estimular emoções, aliviar angústias pessoais, promover a empatia e identificação com os personagens, ver as coisas de outra maneira. As palavras têm o poder de transformação, tem conteúdo e significado, estruturam as nossas ideias e ajudam a desenvolver a nossa história como indivíduo. A leitura produz pensamento, gera oportunidades, aproxima pessoas e dá dignidade ao ser humano.
Leitura competa aqui
BIBLIOTERAPIA USA A LEITURA PARA TRATAR DEPRESSÃO E REDUZIR ESTRESSE E ANSIEDADE
-
Acolhimento
Ofereço este poema a todos e a todas que seguem compartilham curtem esse canal. Que possamos ao longo do restante deste ano sermos surpreendido com muito amor, felicidade e paz. Que a energia de prosperidade, abundancia e saúde encontre a cada um. Valeu!!!!
Acolhimento
Momento propício para progredir
Poder interior
Focados seguimos.
São muitas as provocações,
Dias inteiros de frustrações
A última palavra é nossa.
A vida é assim.
Existem situações que nos desanimam
Outras nos eleva ao êxtase.
O importante é reagir
Nunca permanecer onde chegou
A luta só começou.
O ideal é desfazer os rancores
Em que nem os sentidos compreendem
Porque tantos desamores.
Somos capazes de construir
Um lar dedicado à paz
O melhor é você quem faz.
Mudanças são necessárias
Ser empático é uma opção
Apraz acolher as imperfeições.
Carlos de Campos

Foto por Pixabay em Pexels.com -
Comunicado – Carta às Brasileiras e aos Brasileiros
Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito!
Em agosto de 1977, em meio às comemorações do sesquicentenário de fundação dos Cursos Jurídicos no País, o professor Goffredo da Silva Telles Junior, mestre de todos nós, no território livre do Largo de São Francisco, leu a Carta aos Brasileiros, na qual denunciava a ilegitimidade do então governo militar e o estado de exceção em que vivíamos. Conclamava também o restabelecimento do estado de direito e a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte.
A semente plantada rendeu frutos. O Brasil superou a ditadura militar. A Assembleia Nacional Constituinte resgatou a legitimidade de nossas instituições, restabelecendo o estado democrático de direito com a prevalência do respeito aos direitos fundamentais.
Temos os poderes da República, o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, todos independentes, autônomos e com o compromisso de respeitar e zelar pela observância do pacto maior, a Constituição Federal.
Sob o manto da Constituição Federal de 1988, prestes a completar seu 34º aniversário, passamos por eleições livres e periódicas, nas quais o debate político sobre os projetos para país sempre foi democrático, cabendo a decisão final à soberania popular.
A lição de Goffredo está estampada em nossa Constituição “Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de seus representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”.
Nossas eleições com o processo eletrônico de apuração têm servido de exemplo no mundo. Tivemos várias alternâncias de poder com respeito aos resultados das urnas e transição republicana de governo. As urnas eletrônicas revelaram-se seguras e confiáveis, assim como a Justiça Eleitoral.
Nossa democracia cresceu e amadureceu, mas muito ainda há de ser feito. Vivemos em país de profundas desigualdades sociais, com carências em serviços públicos essenciais, como saúde, educação, habitação e segurança pública. Temos muito a caminhar no desenvolvimento das nossas potencialidades econômicas de forma sustentável. O Estado apresenta-se ineficiente diante dos seus inúmeros desafios. Pleitos por maior respeito e igualdade de condições em matéria de raça, gênero e orientação sexual ainda estão longe de ser atendidos com a devida plenitude.
Nos próximos dias, em meio a estes desafios, teremos o início da campanha eleitoral para a renovação dos mandatos dos legislativos e executivos estaduais e federais. Neste momento, deveríamos ter o ápice da democracia com a disputa entre os vários projetos políticos visando convencer o eleitorado da melhor proposta para os rumos do país nos próximos anos.
Ao invés de uma festa cívica, estamos passando por momento de imenso perigo para a normalidade democrática, risco às instituições da República e insinuações de desacato ao resultado das eleições.
Ataques infundados e desacompanhados de provas questionam a lisura do processo eleitoral e o estado democrático de direito tão duramente conquistado pela sociedade brasileira. São intoleráveis as ameaças aos demais poderes e setores da sociedade civil e a incitação à violência e à ruptura da ordem constitucional.
Assistimos recentemente a desvarios autoritários que puseram em risco a secular democracia norte-americana. Lá as tentativas de desestabilizar a democracia e a confiança do povo na lisura das eleições não tiveram êxito, aqui também não terão.
Nossa consciência cívica é muito maior do que imaginam os adversários da democracia. Sabemos deixar ao lado divergências menores em prol de algo muito maior, a defesa da ordem democrática.
Imbuídos do espírito cívico que lastreou a Carta aos Brasileiros de 1977 e reunidos no mesmo território livre do Largo de São Francisco, independentemente da preferência eleitoral ou partidária de cada um, clamamos as brasileiras e brasileiros a ficarem alertas na defesa da democracia e do respeito ao resultado das eleições.
No Brasil atual não há mais espaço para retrocessos autoritários. Ditadura e tortura pertencem ao passado. A solução dos imensos desafios da sociedade brasileira passa necessariamente pelo respeito ao resultado das eleições.
Em vigília cívica contra as tentativas de rupturas, bradamos de forma uníssona:
Estado Democrático de Direito Sempre!!!!
Faça parte dessa história. Assine a Carta.
“Em agosto de 1977, em meio às comemorações do sesquicentenário de fundação dos cursos jurídicos no país, o professor Goffredo da Silva Telles Junior, mestre de todos nós, no território livre do Largo de São Francisco, leu a Carta aos Brasileiros, na qual denunciava a ilegitimidade do então governo militar e o estado de exceção em que vivíamos. Conclamava também o restabelecimento do estado de direito e a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte.
A semente plantada rendeu frutos. O Brasil superou a ditadura militar. A Assembleia Nacional Constituinte resgatou a legitimidade de nossas instituições, restabelecendo o estado democrático de direito com a prevalência do respeito aos direitos fundamentais.
Temos os poderes da República, o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, todos independentes, autônomos e com o compromisso de respeitar e zelar pela observância do pacto maior, a Constituição Federal.
Sob o manto da Constituição Federal de 1988, prestes a completar seu 34º aniversário, passamos por eleições livres e periódicas, nas quais o debate político sobre os projetos para país sempre foi democrático, cabendo a decisão final à soberania popular.
A lição de Goffredo está estampada em nossa Constituição “Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de seus representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”.
Nossas eleições com o processo eletrônico de apuração têm servido de exemplo no mundo. Tivemos várias alternâncias de poder com respeito aos resultados das urnas e transição republicana de governo. As urnas eletrônicas revelaram-se seguras e confiáveis, assim como a Justiça Eleitoral.
Nossa democracia cresceu e amadureceu, mas muito ainda há de ser feito. Vivemos em país de profundas desigualdades sociais, com carências em serviços públicos essenciais, como saúde, educação, habitação e segurança pública. Temos muito a caminhar no desenvolvimento das nossas potencialidades econômicas de forma sustentável. O Estado apresenta-se ineficiente diante dos seus inúmeros desafios.
Pleitos por maior respeito e igualdade de condições em matéria de raça, gênero e orientação sexual ainda estão longe de ser atendidos com a devida plenitude.
Nos próximos dias, em meio a estes desafios, teremos o início da campanha eleitoral para a renovação dos mandatos dos legislativos e executivos estaduais e federais. Neste momento, deveríamos ter o ápice da democracia com a disputa entre os vários projetos políticos visando convencer o eleitorado da melhor proposta para os rumos do país nos próximos anos.
Ao invés de uma festa cívica, estamos passando por momento de imenso perigo para a normalidade democrática, risco às instituições da República e insinuações de desacato ao resultado das eleições.
Ataques infundados e desacompanhados de provas questionam a lisura do processo eleitoral e o estado democrático de direito tão duramente conquistado pela sociedade brasileira. São intoleráveis as ameaças aos demais poderes e setores da sociedade civil e a incitação à violência e à ruptura da ordem constitucional.
Assistimos recentemente a desvarios autoritários que puseram em risco a secular democracia norte-americana. Lá as tentativas de desestabilizar a democracia e a confiança do povo na lisura das eleições não tiveram êxito, aqui também não terão.
Nossa consciência cívica é muito maior do que imaginam os adversários da democracia. Sabemos deixar ao lado divergências menores em prol de algo muito maior, a defesa da ordem democrática.
Imbuídos do espírito cívico que lastreou a Carta aos Brasileiros de 1977 e reunidos no mesmo território livre do Largo de São Francisco, independentemente da preferência eleitoral ou partidária de cada um, clamamos as brasileiras e brasileiros a ficarem alertas na defesa da democracia e do respeito ao resultado das eleições.
No Brasil atual não há mais espaço para retrocessos autoritários. Ditadura e tortura pertencem ao passado. A solução dos imensos desafios da sociedade brasileira passa necessariamente pelo respeito ao resultado das eleições.
Em vigília cívica contra as tentativas de rupturas, bradamos de forma uníssona:
https://direito.usp.br/noticia/3b538b27ab5e-comunicado-carta-as-brasileiras-e-aos-brasileiros -
Eu e você Proibido para menores de 18 anos
Eu e você Teus seios macios apertados contra meu peito meus gemidos quando tu tocas meu corpo inteiro vibrações que nos levam pro inferno e para glória Mas só te quero e estou disposto a ir até o fim... Eu e você... Eu e você... Eu e você... Eu e você... Carlos de Campos
-
Era um fim de tarde quando nos apaixonamos
Era um fim de tarde quando nos apaixonamos Naquela tarde, experimentávamos o amor Não deixamos para amanhã Não flertávamos com a insegurança E o que prevalecia era o seu sorriso lindo. Era uma tarde especial Estávamos nos dedicando ao máximo Porque o amor nos escolhera A vida que vivíamos nos trouxe até aqui. Agora, não me deixe sozinho Perdido em meio ao medo Repleto da tua ausência Deixado na solidão. Vamos nos encontrar ? Temos interesses em comum Desejamos nos conhecer O dia prossegue e não nos espera. Espero por tua resposta Carente, sigo com essa tua ausência Quem sabe, um dia chegará Em que o amor, finalmente, irá se manifestar em nós ? Carlos de Campos Confira também O amor é quem tudo constrói Inteiro, sigo meu viver, simples e complexo De um processo doloroso a uma transformação libertadora Para adquirir o livro, acesse: Enquanto a solidão me abraça

Foto por Jonathan Borba em Pexels.com -
Escolha
E sua escolha É ser honesto com você mesmo Quando quiser mudar e não conseguir. E entender que todos os caminhos têm uma origem E o futuro é o presente se acumulando. É não ter medo de perder o que já tinha. De se tornar diferente do que você já foi. De morrer para ressuscitar de uma forma mais pura e verdadeira. Carlos de Campos
-
Pardieiro
Pardieiro Macro Usurpação Fetiche tendencioso De um cérebro atrofiado. Homem Abocanhando Reputações estremecidas Apanágio da nova vida. Jaula Cabeçudo Filho escrotal Horizonte azul. Presente Mérito a sua bunda Lamaçal em que se vive Surtos de uma mente psicopata. Carlos de Campos Confira também O amor é quem tudo constrói Inteiro, sigo meu viver, simples e complexo De um processo doloroso a uma transformação libertadora Para adquirir o livro, acesse: Enquanto a solidão me abraça

Foto por cottonbro em Pexels.com

