Um poema sobre o amor impossível e a beleza trágica de sentir o que não pode ser vivido. “Na vida, os caminhos se cruzaram” reflete o encontro entre duas almas destinadas, mas separadas pelas circunstâncias. É uma poesia sobre desejo, dor, aceitação e a força de amar em silêncio — escrita para quem já amou além do possível.
Na vida, os caminhos se cruzaram
Ver você é como ver o meu coração Desfigurado por amar quem não pode ser amado, Quem existe para o outro. O amor e suas controvérsias.
É um sinal limitante, E, um tanto quanto interessante, Ver o seu amor com outro. Como o amor prega peças.
Que, no coração, bastaria você — Sua energia feminina Percorrendo o meu corpo inteiro, Sem propósito algum.
Sua maior dor gera as tuas vitórias: Uma alma sedenta Por paz em meio aos conflitos. Te amo, sabendo que nunca será minha.
Explore uma reflexão profunda sobre o mundo interior e a beleza da existência. Este poema convida à contemplação da vida sob uma nova perspectiva, destacando o poder da percepção, o mistério da consciência e a riqueza de possibilidades que habitam cada ser.
É preciso ver com os próprios olhos o interior
É mistério o mundo interior, E fascinante o seu modo de agir. Nada é igual sob o sol que nos ilumina; Deslumbrante é o mistério da vida.
No íntimo de nossa existência, Existe um universo de possibilidades. Existe uma infinidade de olhares: Olhem para as estrelas que lhe habitam.
Nós nos perdemos em meio a tantos estímulos, Estímulos que anestesiam nossas capacidades de olhar e ver. Olhar e ver: eis o nosso maior drama. As estrelas que nos habitam estão aí.
O mistério que nos envolve E nos condiciona A sermos dependentes de estímulos fugazes, Que nos limitam a ser nada.
Sou a estrela em teu ser, O manifesto de amor. Sou a tua beleza interior, O dia e a noite da tua vida.
Vi, pela primeira vez, o nascimento de uma estrela. Admirável é a beleza desse acontecimento. Dentro de mim existe tanta beleza Que todos passam a ver.
“Vítima de uma sociedade doentia” é uma composição que traduz, com intensidade e sobriedade, o colapso existencial do sujeito moderno diante de uma realidade opressora.
Vítima de uma sociedade doentia
O elevador quebrou. Como sair daqui? Na aparência, transbordo calma, mas me encontro transtornado.
O elevador parou entre o oitavo e o décimo quinto andar. Estou sozinho, angustiado e sem comunicação. Morte iminente?
Na iminência de uma vida em risco, uma vida solitária, destemida, até ser surpreendida.
Cabe não estar perto. O destino está no fio da navalha, destino ao alcance da vida, de uma vida triste.
O elevador me sufoca com suas mãos metálicas, envolvendo o meu pescoço, enquanto definha a minha alma.
Desce a minha alma, engolida pelo fosso da existência, existência de horrores, pela minha própria falta de sorte.
O elevador parado no quarto andar. Destino concentrado na alma que se foi. A vida vai dando os seus últimos suspiros no fio de uma navalha afiadíssima.
O elevador chega ao seu destino — um destino incerto, de uma caminhada vacilante, destino destemido.
E a minha alma? Quando retornará a esse pobre corpo? Ao corpo que mais se parece a escombros, que caminha fingindo ser feliz.
Elevador parado no décimo andar: um corpo fétido de morte, uma alma decaída no fosso da negligência, em seu último suspiro.
Deixo o tempo passando Passado em que tudo se desfaz. Inspirando… Expirando… A verdade ou a mentira? Relaxamento ou ação? Onde você se esconde? Tudo vai ao encontro, ao encontro do equilíbrio, com calma e verdade, de um dia feliz. Com calma em saber onde reside a verdade, na verdade em que habita a certeza, a plena e única certeza que faz em você sua eterna morada. Que insiste… persiste… e continua até vencer.
No além do seu olhar, me vejo. Mergulho no mais profundo dos teus desejos. Me pego sonhando com você no cantinho da minha solidão.
Me vejo para além dos teus desejos, em sonhos disfarçados de vontade. Vontade que bate forte em meu peito, peito que anda vazio de amor.
Levo a sua imagem em minha retina. De dia e de noite, só penso em você. Penso em como seria estar com você. O vazio em meu peito diz que é saudade.
A solidão não me deixa avançar; sequestrou minha esperança de amar. Meus sonhos e desejos desapareceram. Sua imagem anda mais nebulosa do que antes.
Mistério do amor: por que sofrer para amar? Amar precisa ser um parto para frutificar? É ilusão o amor que sinto?
Sinto como se estivéssemos entre paredes de vidro: nos vemos e nos desejamos, porém, não nos sentimos de verdade. Nosso amor é, antes de tudo, virtual.
O que se pode esperar de um livro cujo nome exalta a solidão? Enquanto a solidão me abraça é um livro de poesia em que o autor Carlos de Campos expressa, de maneira formidável, seu encontro com a solidão.
Enquanto a solidão me abraça não é mais um livro sobre solidão; é um livro em que aspalavras pulsam, choram, sorriem e sangram — quando têm que chorar, sorrir e sangrar. Em outras palavras, as palavras ganham vida.
Adquira seu exemplar aqui e mergulhe em uma leitura que abraça a alma.
O livro Enquanto a solidão me abraça pretende acolher enquanto caminha com você, especialmente quando todos aqueles que se diziam seus amigos não estão mais ao seu lado e nem caminham contigo. É exatamente aqui que o livro se propõe a caminhar contigo.
Ler um livro como este é mergulhar em uma alma com a própria alma; é experimentar os labirintos da angústia, das injustiças, dos medos. E, mais do que isso, e acima disso, é sair com a consciência e a confiança de que tudo na vida é passageiro, e que nem mesmo a dor dura para sempre.
Por isso, e por tantas outras experiências, convido você a adquirir seu exemplar do livro Enquanto a solidão me abraça, que contém poemas cuidadosamente escritos para que você possa mergulhar numa extraordinária leitura que expressa com profundidade a condição de um coração em plena solidão.
O livro Enquanto a solidão me abraça deseja, mais do que tudo, partilhar sua vida e suas experiências.
Ser seu companheiro fiel nas noites escuras e frias — seja porque você esteja passando por isso, seja porque sempre existirá a possibilidade, durante a nossa vida, de que essas frentes frias e solitárias possam chegar.
E, quando ela chegar, o livro Enquanto a solidão me abraça estará ao seu lado para sussurrar em seu coração palavras que aqueçam a alma, como: confie, coragem, tudo passa...
Não fique só nas palavras: leve para casa Enquanto a solidão me abraça e tenha um amigo fiel nas suas noites mais difíceis. Compre aqui.
Existe um segredo entre o amor e o fim — e poucos conseguem vê-lo. Este poema revela a verdade que muitos ignoram nos relacionamentos: não basta amar, é preciso saber construir. Confiança, diálogo e maturidade emocional são mais raros do que parece. Ouça até o fim e descubra o que realmente sustenta um amor saudável.
Buscamos por relacionamentos estáveis usando critérios enviesados. Quem lança o alicerce de uma casa utilizando somente areia e água?
Com a intimidade é a mesma coisa: quem se lança em um relacionamento às cegas só porque a outra pessoa transmite bons sentimentos? Entre o amor e o fim, há muito mais em jogo do que apenas sentimentos.
Muito mais do que estabilidade ou uma boa química para o sexo — entre o amor e o fim, há muito mais química em jogo. Há muito material químico inflamável que pode equilibrar ou detonar.
Existe algo que vai além da estabilidade, seja qual for, dos desejos e anseios egocêntricos, do ato sexual bem performático — existe um segredo.
Vou revelar a vocês qual é esse segredo. O segredo é simples e, ao mesmo tempo, complexo. É ouro puro nas mãos de quem sabe usá-lo: o segredo é confiança e diálogo entre ambos os apaixonados.
O poema inicia com uma tensão velada: a superioridade brasileira já é percebida como fato, mas se insinua aqui na forma da pressão autoimposta, do desejo de afirmação que pode sabotar o próprio talento. Estabelecendo um embate psicológico, não contra o adversário, mas contra si mesmo.
Seleção Brasileira e sua volta por cima
O jogo será um jogo aberto, Com enorme vantagem para a seleção brasileira. É um jogo em que muito se quer provar; Essa mentalidade pode vir a atrapalhar.
Isso deve pesar muito no primeiro tempo, É uma pressão autoimposta, Desnecessária… Entretanto, o Brasil é ainda mais forte.
Embora essa pressão exista, O jogo será de amplo domínio do Brasil. Jogadores com vontade de jogar, A seleção brasileira navegará com tranquilidade.
O adversário não oferecerá resistência, O show ficará por conta do time brasileiro. O jogo se desenrolará de maneira leve e muito prazerosa, Jogo para reatar a relação entre jogadores e torcida.
É jogo de celebração e encontro, Desejos, sonhos à flor da pele, Determinação e vontade sendo colocadas em campo, Momento de muita curiosidade, saudades e encanto.
Em noite de gala, o Brasil baila, A seleção joga a essência do futebol brasileiro: Domínio e suavidade, Para sempre vencer com facilidade.