Tag: Carlos de Campos

  • Quando o nome é a pergunta

    📣 Ele superou os algoritmos. Agora quer superar o seu silêncio.

    Quando o nome é a pergunta alcançou o topo de 387 milhões de resultados no Google em 9 horas.

    Um poema que não pede aplausos, pede coragem.

    Coragem de olhar para dentro.
    Coragem de dar nome ao que você sente.

    Você está pronto para escutar a sua própria alma?

  • Quando o nome é a pergunta

    Quando o nome é a pergunta

    Jogos de emoções são a liberdade sendo pervertida, que, ao eclodirem, se desnudam em falanges de egocentrismo. O que são esses demônios induzindo à miséria? Na verdade, são crenças limitantes de uma pessoa gestando desejos inconscientes. Fidelidade promíscua com o submundo. Demônios entoam em minha alma: abuso de poder! Eis que vem o abuso de poder…

    O silêncio canta junto da alma: desejos sombrios, venham todos à luz…

    Carlos de Campos

    Foto por Veronika Voinorovich em Pexels.com
  • Incertezas

    Incertezas

    Perdão, oh, meu pai,
    difícil é a vida;
    joguei meu futuro no presente incerto.

    Meu Deus, quanta incerteza!
    Destemido é o que sinto;
    sua coragem é surpreendente.

    Instinto distinto,
    enigma do coração,
    desejos que vão.

    Meu filho!
    Sua busca é justa e inevitável;
    são nossos os prazeres do mundo.

    Fingir amor, se tudo é ódio,
    desejos extravagantes,
    almas enclausuradas.

    Cada um tem o seu preço,
    consumidores diuturnamente,
    destino sem futuro.

    Carlos de Campos
    Foto por Pixabay em Pexels.com
  • Em uma sociedade destruída, o que se diz sobre a vida?

    Em uma sociedade destruída, o que se diz sobre a vida?

    Imperfeição!
    É o grito do mundo atual,
    O vislumbre do poder a todo custo,
    O cômodo permanente.

    Quimera!
    Delírios de emoções,
    Autópsia do destino
    Invertidos.

    Imperfeitos!
    É como está a sociedade:
    Beleza desfocada da vida,
    Vida sem sentido.

    Imparcial é como nos movimentamos:
    Imparcial no amor e na dor,
    Imparcial no lazer e no trabalho,
    E imparcial em uma vida negligente.

    Falidos é como estamos,
    Emocionalmente derrotados,
    Em uma sociedade egocêntrica
    Que finge amor pela vida.

    Homem!
    Boca aberta,
    De espírito descontrolado,
    O mundo em pleno fracasso.

    Carlos de campos
    Foto por Valentin Antonucci em Pexels.com
  • À meia-noite, a carne em festa

    À meia-noite, a carne em festa

    Sou um ser letal,
    Distinto de outros animais,
    Um anjo que esconde o demônio,
    Impelido por impulsos flamejantes.

    Em noite de lua cheia, sou predador.
    Não vire as costas para mim.
    Enjaulada encontra-se uma fera,
    Contida, vive na tristeza de sua jaula.

    Os desejos desajustados
    Perseguem a sua carne,
    Desfrutam de sua energia inconsciente,
    Querem sangue para beber.

    Noite de lua cheia.
    Sai para os becos escuros,
    À procura de sangue fresco,
    Canibal em tempo de desespero.

    Carlos de Campos


  • Momento de Busca

    Momento de Busca

    Ir bem e com segurança,
    Ir além, mas respeitando,
    Ir sabendo para onde se vai,
    Ir sem medo de ser feliz.

    https://caravanagrupoeditorial.com.br/produto/enquanto-a-solidao-me-abraca/

    Obrigado por contribuir adquirindo o seu exemplar do livro Enquanto a Solidão Me Abraça.

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    caravanagrupoeditorial.com.br

    Mover-se a cada dia visando chegar,
    Chegar onde se decidiu ir.
    Nem sempre isso é verdade,
    É preciso ter a humildade de reconhecer.

    Há necessidade de buscar uma unidade,
    Fortalecendo o desejo entre a razão e a emoção.
    Ir em busca do verdadeiro sentido,
    Do sentido último.

    Lenta e nebulosa,
    É assim que vejo
    A cada momento,
    Um momento difícil.

    Reintegrar o que se perdeu,
    Deixar ir o que machuca,
    Buscar o sentido último
    Do que não faz mais sentido.

    Carlos de Campos
    Foto por Nana V em Pexels.com
  • Resistir para Vencer: Poetrix de Carlos de Campos

    Resistir para vencer 

    Um dia após o outro
    Com a máxima atenção
    E sem esmorecer, vencer.

    Carlos de Campos
    Resistir para vencer
    Resistir para vencer
  • Sobras

    Sobras

    São só sobras, o que fica
    O sentimento ferido
    Derradeiros apelos de afeto

    Muitos vão em busca do amor verdadeiro
    E só encontram as sobras dos cadáveres vazios
    De seres embriagados em seus contumazes delírios.

    Minha alma continuará selada, fria
    Até que um intenso “sol de verão”
    Derreta essa geleira

    Entre as sobras, quase nada
    O calor intenso do desejo se esvaiu
    Tudo ruiu e, a solidão, por fim, me abraçou.

    No meu corpo, espasmos de uma ausência
    Me recordo os olhares obscenos de reprovação
    Estremeço.

    Te expurgo ou já é tarde ?
    Sou mais que essas sobras !
    Sou mais que sua desaprovação !

    O Amor, na real, nunca fluiu
    A química, de fato, nunca aconteceu
    Costumeiro fim, daqueles que se deixam envolver pela arbitrariedade de relações possessivas.

    Carlos de Campos

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    Sobras

    Son solo sobras, lo que queda

    El sentimiento herido

    Últimos llamamientos de cariño

    Muchos van en busca del amor verdadero

    Y solo encuentran los restos de cadáveres vacíos

    De seres borrachos en su delirio constante.

    Mi alma permanecerá sellada, fría

    Hasta que un intenso “sol de verano”

    Derrite este glaciar

    Entre los remanentes, casi nada

    El intenso calor del deseo se ha desvanecido

    Todo se derrumbó y la soledad finalmente me abrazó.

    En mi cuerpo, espasmos de una ausencia

    , recuerdo las miradas obscenas de desaprobación,

    me estremezco.

    ¿Te purgo o es demasiado tarde?

    ¡Soy más que estas sobras!

    ¡Soy más que tu desaprobación!

    El amor, en realidad, nunca fluyó. La

    química, de hecho, nunca sucedió. Un

    final habitual para quienes se dejan envolver en la arbitrariedad de las relaciones posesivas.

    Carlos de Campos

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    Leftovers

    It’s just leftovers, what remains

    The wounded feeling

    Last appeals of affection

    Many go in search of true love

    And only find the remains of empty corpses

    Of drunken beings in their constant delirium.

    My soul will remain sealed, cold

    Until an intense “summer sun”

    Melts this glacier

    Among the remnants, almost nothing

    The intense heat of desire has vanished

    Everything collapsed and loneliness finally embraced me.

    In my body, spasms of an absence

    I remember the obscene looks of disapproval

    I shudder.

    Do I purge you or is it too late?

    I’m more than these leftovers!

    I’m more than your disapproval!

    Love, in reality, never flowed

    Chemistry, in fact, never happened A

    customary end for those who let themselves be involved in the arbitrariness of possessive relationships.

    Carlos de Campos

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    Gli avanzi

    Sono solo gli avanzi, ciò che resta

    Il sentimento ferito

    Ultimi appelli d’affetto

    Molti vanno in cerca del vero amore

    E trovano solo i resti dei cadaveri vuoti

    Di esseri ubriachi nel loro costante delirio.

    La mia anima rimarrà sigillata, freddaa

    Finoquando un intenso “sole estivo”

    Scioglierà questo ghiacciaio

    Tra i resti, quasi nulla

    L’intenso calore del desiderio è svanito

    Tutto è crollato e la solitudine finalmente mi ha abbracciato.

    Nel mio corpo, spasmi di un’assenza

    ricordo gli sguardi osceni di disapprovazione

    mi vengono i brividi.

    Ti purgo o è troppo tardi?

    Sono più di questi avanzi!

    Sono più della tua disapprovazione!

    L’amore, in realtà, non è mai fluito La

    chimica, infatti, non è mai avvenuta Una

    fine consueta per chi si lascia coinvolgere nell’arbitrarietà dei rapporti possessivi.

    Carlos de Campos

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    剩菜剩飯剩菜剩飯剩下

    的東西

    受傷的感覺

    最後的情意

    許多人去尋找真愛卻

    只能找到的空屍遺骸

    醉酒的人在不斷的譫妄中。

    我的靈魂將保持封閉,寒冷

    直到強烈的“夏日陽光”

    融化了這片冰川

    在殘存中,幾乎什麼都沒有

    慾望的熾熱已經消失

    一切都崩潰了,孤獨終於擁抱了我。

    在我的身體裡,

    我想起那些不贊成的淫穢表情,

    我不寒而栗。

    我清洗你還是太晚了?

    我比這些剩菜還多!

    我比你的不贊成!

    愛,在現實中,從未流過

    化學,事實上,從未發生

    過 那些讓自己捲入佔有關係的任意性中的人的習慣性結局。

    卡洛斯·德·坎波斯

    Foto por Alex Green em Pexels.com