Tarde de uma existência
O sol se põe diante de minha insignificância
Manifestou dia a dia sua profunda ausência
Mistério é continuar acreditando.
Carlos de Campos

Tarde de uma existência
O sol se põe diante de minha insignificância
Manifestou dia a dia sua profunda ausência
Mistério é continuar acreditando.
Carlos de Campos

Os rumores desse fato
Fica por conta dessa alma
Que caminha acorrentada em sua própria alma
No, entanto, busca por saber quem o acorrentou.
Adquira seu exemplar aqui
Os rumores de uma alma
Os rumores desse fato
Fica por conta dessa alma
Que caminha acorrentada em sua própria alma
No, entanto, busca por saber quem o acorrentou.
Cada um olhando percebe
Percebe o que não quer perceber
Que as suas correntes estão presas a você
A corrente que te prende é você.
É certo que o certo nunca é certo
E que a certeza dessa vida sempre nos acorrenta
Na corrente de nossa própria ignorância
Que ignora a sua própria corrente.
Arrasta por todos os lados essa corrente
As correntes dos desesperados
Que esperando já não aguenta mais
O tornozelo doendo o dia inteiro.
Ei, olhe para sua mão
Observe a chave dessa corrente
Pare por um momento
Reflita no tempo que é o seu tempo.
O tempo de usar ou não essa chave
A chave dessa corrente que está presso a você
Reflita no tempo do seu tempo
O tempo de utilizar a sua chave.
Carlos de Campos

Livro 1: A Arte da Trégua (Poema 02/60)
Vê o tempo esquecendo que é o tempo?
O que sabemos sobre o tempo?
O tempo está parado no tempo?
Quando o tempo passou a ser tempo?
Quando o tempo consome a minha vida?
Carlos de Campos
O tempo mede a vida ou somos nós que medimos o tempo? ⏳ Conheça o segundo poema de A Arte da Trégua e mergulhe nessa reflexão sobre existência, saudade e finitude. Livro 1: A Arte da Trégua

Livro 1: A Arte da Trégua (Poema 02/60)
Vê o tempo esquecendo que é o tempo?
O que sabemos sobre o tempo?
O tempo está parado no tempo?
Quando o tempo passou a ser tempo?
Quando o tempo consome a minha vida?
Mergulhe em uma leitura que abraça a alma. Adquira seu exemplar aqui
E a vida passa a depender do tempo
Que não é nem presente e muito menos futuro.
É o tempo medido por segundos,
Segundos correndo por um relógio.
O que é o tempo?
Além da mais pura irritação
Que domina nossa mente a vida inteira
E vai nos deixando com a sensação de sermos a próxima vítima.
A vítima da morte,
Que nos poupa de tal sorte,
Dos segundos contados,
De tua mão que parou o tempo.
No princípio, Deus construiu o relógio,
Que nos mostra o fim mais próximo
E que, a cada segundo, é uma gota a menos de vida,
Vida pautada pelo tempo.
Pelo tempo que passou
E que não volta mais,
Pelo amor que se confunde com a dor da saudade,
Por quanto tempo nós iremos resistir?
Carlos de Campos

Além da ilusão
Ir além do que o corpo sente
Desejos que eclodem
Tiram nossa atenção do essencial.
Carlos de Campos
