Sua presença ainda é sentida, É dor que só aumenta, Aumentando ainda mais a minha solidão. Um dia, preciso saber o porquê.
Me jogo de cabeça no trabalho, Nas noites mal dormidas. Recorro a tudo o que me faça esquecer de você, E absolutamente nada é capaz de soterrar a falta que você me faz.
Hoje, É só mais um dia, Misturado a mais um dia ruim no trabalho, Mais um dia da mais pura saudade.
Oh, minha alma! Desejoso estou de viver a felicidade. Quem idealiza uma vida em meio à dor? O que nós fizemos de errado?
Meu amor é constantemente atacado pelo ódio, Ódio que prevalece em mim por esperar a sua volta. Deixado para trás é como me sinto. Sou mais uma vítima da saudade, marcada pela morte.
Título: “O desafio de ser amor para si e para o outro” — Uma conquista orgânica que me inspira a seguir! ✨
Resumo da Jornada: 📌 Tempo para alcançar o topo: 2 horas. 📌 Tempo no topo até agora: 20 horas (e mantendo a liderança!). 📌 Resultados competindo: Cerca de 60 milhões de páginas. 📌 Crescimento orgânico: 100% natural — sem impulsionamento pago. 📌 Expansão: Presença destacada no Instagram, Blog, YouTube e TikTok.
Reflexão: Esta conquista não é apenas sobre números. É sobre o poder da palavra escrita, da emoção sincera e do amor que, quando compartilhados com verdade, encontram eco em muitos corações.
Gratidão a todos que acompanham e compartilham essa caminhada de poesia, memória e sentimento. Vamos seguir espalhando amor, reflexão e transformação! 🌹
Em razão da vida, o fim é temido. É angustiante para todos nós. Ninguém, por mais maduro que esteja, Está livre desse elefante branco no meio da sala.
Morrer é antinatural. A existência, com toda a sua força, resiste. Desde quando se passa a existir, A luta para se manter vivo é intensa, mesmo tendo saúde.
Não é confortável para ninguém a dança permanente com a morte. Geralmente, evitamos trazer à razão, Mas sempre somos arrastados para o baile, Na dança dos inconformados.
Morrer é demasiadamente extraordinário. É a passagem para sabe-se lá onde. É a dormição eterna da racionalidade. É a dramatização do nosso último julgamento.
Leve me sinto, já que não há para onde correr. Inteiramente tenho vivido, já que um dia eu hei de morrer. Entre as multidões de corpos vivos, Entre esses corpos é que tenho compreendido.
Morrer é a atitude mais bela de nossa missão. É o maior e único evento de nossa existência. É o fim do início de uma nova jornada. É a manifestação mais pura de nossas crenças.
No final, cada um sabe no que acreditar: Deidades, vida após a morte, Fluidos corporais que prendem uma alma livre, Vida plenamente para ser vivida.
Morrer é a mais intensa das emoções. É o prelúdio do que não conhecemos. É o que há de pior que vem à nossa mente. É entender que poderíamos ter vivido e amado mais.
Finalmente, o grande dia chegou, E com ele, a experiência individual. Desejo, sonho — nada mais é tão importante Quanto o momento de vivenciar a própria morte.
Íntimo de minha alma, Nos momentos de mais sofrimento, é a minha paz. É a poderosa impressão que busquei a vida toda. É o momentum além do amor que conhecemos.
Sinta, em seu rosto, o toque suave: Desejo amoroso que desperta pela humanidade. Sentimentos naturais de nobreza são potencializados, Dando origem à sua melhor versão em plena passagem.
O íntimo vai florescendo enquanto se faz a passagem. Todo o medo e a angústia dão lugar à pacificação plena da alma. O condutor de toda essa passagem é o amor, O amor semeado pelas pessoas durante sua vida.
Relacionamento saudável é o que buscamos Na margem dos relacionamentos fluidos, é onde estamos Sem nada entender, permanecemos À sombra da ilusão, nos encontramos.
À margem do descaso Dos que ostentam Delírios e desesperos, Observo que o fim está próximo.
Relação conturbada, Compromisso esquecido, Desolado anda o amor, Perdido pela estrada.
Hoje, minha vida recebeu um presente: Um dom que estava escondido, e eu o encontrei. Convenci o algoritmo de que tenho muito a dizer. O algoritmo, com sua "personalidade" fria, me acolheu.
Tudo parecia que seria mais fácil depois de ser abraçado. Nos meus sonhos mais otimistas, eu sempre dizia: Se eu superasse o algoritmo de maneira orgânica, tudo fluiria. E chegaria com mais facilidade aos corações humanos.
Na teoria e na prática, convencer o algoritmo sempre foi o passo mais difícil. É um universo pré-determinado, sabe-se lá para quê e para quem. É uma "relação" com uma máquina fria, E transpor esse obstáculo era o ponto primordial.
Algoritmo superado de maneira orgânica, Daqui para frente tudo seria mais fácil. Foi o que pensei a princípio. O ser humano, querendo ou não, age mais pela emoção.
O que escrevo não ressoou entre pessoas, E me pergunto: por que isso aconteceu? Sou uma máquina para entender as máquinas? Ou sou só mais um anônimo querendo atenção?
Sou o mago do melhor posicionamento orgânico, Mas sou invisível aos corações humanos. Não é para se frustrar, Quando são as dúvidas que pairam sobre o meu falar.
O movimento aplacado deixa o medo ir embora; tudo volta a fluir novamente, na mais pura e deliciosa tranquilidade.
Livre, encontro-me dos apegos que um dia me prendiam. Hoje, fortalecido, insisto em ser o mais livre possível, focado somente em viver.
Livre estou. Não estou livre pela metade, muito menos por conveniência; estou livre plenamente. Essa liberdade nasce, desenvolve-se e vai crescendo dentro de nós, florescendo em nossas atitudes.
É impossível ter desejo de justiça quando se tem o monopólio econômico a seu favor, quando o sol nasce para todos, mas maltrata uma parcela da população mais que as outras. É sempre a mesma conversa, e me parece que continuamos no mesmo lugar: solitário e desiludido. Conversas que não mudam comportamentos e comportamentos que não querem ser mudados.
O mundo precisa de uma sociedade consciente. Consciência, esse é o nosso grande problema: consciência livre de ideologia não existe. Nossa busca pela consciência é genuína, até que atolamos no lamaçal de conceitos viciados, conceitos que nos aprisionam e não nos permitem avançar.
Quem sou eu diante desse mundo de ilusões? De desejos não correspondidos? Quem, do topo de sua mediocridade, é capaz de ver além do que lhe é imposto para ver? Sou quem não quero ser, sou quem me determinaram ser, sou a ilusão de dias felizes, fruto do pecado, das almas escolhidas de um deus construído.
Desde criança, fui ensinado a ver o mundo como os adultos o viam. Cresci e continuo vendo somente pelos olhos de outras pessoas; vejo o mundo pelos olhos de quem detém o poder político, econômico, religioso e midiático. Meus olhos e minha vida estão a serviço dos poderosos.
É irrelevante tentar resistir. Desejos são controlados. Minha existência aqui neste planeta apenas repercute os sonhos e desejos que não são os meus; luto as lutas que não foram escolhidas por mim.
Banido de toda a corte real, meu existir subsiste no submundo, onde luto as lutas que não foram escolhidas por mim. Essa é a realidade, pelo menos é a realidade que flagela meu corpo e mente o tempo inteiro. Realidade que devo suportar. Em uma realidade de cartas marcadas, não há muito o que fazer.
Meus sonhos e desejos são impossíveis de se realizar. Movimento-me para, quem sabe, algum dia, enfim, superar a lavagem cerebral à qual fui exposto. Sonho por sonhar, sonho desejando acordar.
Quem sou eu depois de ontem? O que fui capaz de ver além da escuridão? Dos desejos e sonhos que foram roubados? Em meus dias que se passam, passa também a esperança de um dia estar livre.
Importa tua condição insensível aos apelos dos outros; irremediável é a tua conduta um tanto quanto obscura.
Pelas sombras de tua conduta, espero vê-lo na cadeia, para que os teus dias sejam tão amargos quanto os nossos.
Desejo que estes dias sombrios se desfaçam e que o sol da esperança nos faça sorrir novamente.
Em nada podemos nos sustentar; esses serão dias terríveis, dias para se chorar, enquanto lamentamos, porque nada mais podemos fazer além de nos lamentar.
Motivado por mentiras, escolheu o seu destino. Idealizou um mundo mais justo, ajustado às suas medidas e desejos, às suas regras e preconceitos. Nesse mundo, via-se como o rei.
Rei do seu próprio mundo, deixando todo o resto submisso aos seus caprichos e vontade – vontade escrota, alienante, violenta, onde os desejos sujos alimentam um reinado de súditos ignorantes.
Ignorantes ou súditos perversos? O que alimenta os desejos escusos dessas pessoas? Não! Não existe inocente; de alguma forma, todos estão comprometidos com a causa.
Finalmente, chegou o grande dia em que o reinado paralelo colidirá com a realidade nua e crua, e com ele vêm os seus efeitos colaterais de justiça.
Nenhum reinado paralelo é capaz de sobreviver à nobreza da verdade, à transparência que tudo revela, desorientando todo e qualquer átomo de mentira.