Água que nasce das pedras

Água que nasce das pedras


Nasce das entranhas do Alto Tietê,
Já em teu berço, mostras-te cheia de desejo,
De todo o entusiasmo.


Em tua simplicidade, escondes teu potencial,
Gigantesca é tua ação na vida humana,
Acolhendo a todos.


Rio Tietê, eis o teu nome, eis tua vocação,
Imperioso, corres livremente,
Entre morte e vida, segues o teu rumo.


Fizeste do Estado de São Paulo a tua casa,
Com teus afluentes, buscas ir ainda mais longe,
Desistir de existir, jamais!

Carlos de Campos



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  1. Avatar de Bomba? – Memória e poesia
    Bomba? – Memória e poesia

    […] sei se sei amar.Há quem diga que o amor não existe,Que são interações do ego e nada mais.O silêncio se faz em minha razão.Carlos de Campos BombSurrendered by your gaze,I cannot resist.Any attempt to decline this gazeis an […]

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    O Peso da Espera – Memória e poesia

    […] agoraSeja o adubo de sua própria história.A solitária de uma existênciaTem duas janelasCom duas paisagens diferentesEm uma, os olhares são convidadosA olharem só o que se perdeuEm outra, os olhares são convidadosA […]

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