Tag: memória

  • O desafio de ser amor para si e para o outro

    Título:
    “O desafio de ser amor para si e para o outro” — Uma conquista orgânica que me inspira a seguir! ✨

    Resumo da Jornada:
    📌 Tempo para alcançar o topo: 2 horas.
    📌 Tempo no topo até agora: 20 horas (e mantendo a liderança!).
    📌 Resultados competindo: Cerca de 60 milhões de páginas.
    📌 Crescimento orgânico: 100% natural — sem impulsionamento pago.
    📌 Expansão: Presença destacada no Instagram, Blog, YouTube e TikTok.

    Reflexão:
    Esta conquista não é apenas sobre números.
    É sobre o poder da palavra escrita, da emoção sincera e do amor que, quando compartilhados com verdade, encontram eco em muitos corações.

    Gratidão a todos que acompanham e compartilham essa caminhada de poesia, memória e sentimento. Vamos seguir espalhando amor, reflexão e transformação! 🌹

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  • O desafio de ser amor para si e para o outro

    O desafio de ser amor para si e para o outro

    “O amor é incompreendido por transportar a leveza em si; para muitas pessoas, isso é assustador.”

    Nem todas as pessoas estão emocionalmente preparadas para se ocuparem dos desafios que o coração apaixonado enfrenta. Amar e se deixar amar é um tanto complexo.

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    caravanagrupoeditorial.com.br

    Amar e ser amado envolve aceitação mútua e livre de toda a bagagem histórica que ambos trazemos para esse relacionamento. Aceitar a história do outro, enquanto vou aceitando a minha própria história.

    É preciso estar inteiramente despojado de qualquer armadilha mental, saber discernir a realidade que precisa ser trabalhada da fantasia que muitas vezes produzimos como autodefesa — sabe-se lá do que estamos nos defendendo. Mais que atenção ao outro, é preciso estar sempre vigilante de si mesmo.

    O desejo de encontrar o grande amor, ou até mesmo de ser esse grande amor, tende a ser um enorme risco quando não compreendemos que não existe alguém que consiga assimilar o amor de maneira perfeita, e que nós nem sempre conseguiremos ver o todo de maneira clara e objetiva — e que, por muitas vezes, o que iremos receber são falhas e ausências.

    O amor é uma energia perfeita que permeia tudo e todos ao mesmo tempo, na espera de ser acolhido por cada um de nós. Nós é que carregamos uma história sofrida — história da qual nem sempre temos consciência — e que, por muitas vezes, nos dificulta ter a segurança necessária para estarmos completamente abertos a essa energia amorosa. O amor é um sentimento desafiador porque está sempre nos colocando em risco. Amar é correr riscos; amar exige compromisso e cultivo diário de ambos os agricultores. Antes de decidir amar, saiba: não existe outra escolha. Ama-se ou ama-se. Qualquer coisa fora disso não é mais amor.

    Apesar de tudo, a nossa história não pode ser obstáculo para nos impedir de amar e de viver uma história real e verdadeira de amor. É preciso, com paciência e muita diligência, se abrir aos conselhos intuitivos que a energia do amor sempre está nos dando.

    Carlos de Campos

    Mãos quase se tocando (sugestão de conexão e vulnerabilidade)
    Foto por Alexander Mass em Pexels.com
  • Te alimento para que não morras de fome

    Te alimento para que não morras de fome

    Empenho-me em dissuadi-lo dessa ideia,
    ideia que não se sustenta mais.
    E me comprometo a estar ao seu lado,
    especialmente quando tudo for só ilusão.

    Os dilemas são constantes.
    O ideal é ter estabilidade,
    ancorar-se em resoluções, no mínimo, palpáveis,
    interiorizando o que se tem de melhor a oferecer.

    Admira-me ver as coisas como estão.
    Entender o que se passa tornou-se fundamental.
    A felicidade, hoje, passa por essa compreensão:
    para quem ou para o quê a sua atenção está voltada?

    Fala-se muito e tão pouco se ouve,
    e, quando se ouve, ouve-se somente o que se deseja.
    Torna-se difícil a vida dos seletivos,
    encapsulando-se em um mundo em que não se admitem contradições.

    Iludidos — é como estamos.
    E, por isso, é preciso manter os dois pés no chão,
    saber lidar com as diversas contradições,
    contradições que nos permitem evoluir.

    Não existe beleza sem defeitos,
    muito menos verdade pronta e acabada.
    A vida é uma contínua construção social,
    em que cada indivíduo oferece o que tem de melhor de si.

    Carlos de Campos

    ✨ Te alimento para que não morras de fome.
Um poema sobre cuidar, resistir, escutar e seguir — mesmo quando tudo parece ilusão.
Vivemos em tempos de barulho, onde ouvir de verdade é um ato de amor.
    Foto por olga Volkovitskaia em Pexels.com
  • Na leveza do teu abraço me encontro

    Na leveza do teu abraço me encontro

    Em razão da vida, o fim é temido.
    É angustiante para todos nós.
    Ninguém, por mais maduro que esteja,
    Está livre desse elefante branco no meio da sala.

    Morrer é antinatural.
    A existência, com toda a sua força, resiste.
    Desde quando se passa a existir,
    A luta para se manter vivo é intensa, mesmo tendo saúde.

    Não é confortável para ninguém a dança permanente com a morte.
    Geralmente, evitamos trazer à razão,
    Mas sempre somos arrastados para o baile,
    Na dança dos inconformados.

    Morrer é demasiadamente extraordinário.
    É a passagem para sabe-se lá onde.
    É a dormição eterna da racionalidade.
    É a dramatização do nosso último julgamento.

    Leve me sinto, já que não há para onde correr.
    Inteiramente tenho vivido, já que um dia eu hei de morrer.
    Entre as multidões de corpos vivos,
    Entre esses corpos é que tenho compreendido.

    Morrer é a atitude mais bela de nossa missão.
    É o maior e único evento de nossa existência.
    É o fim do início de uma nova jornada.
    É a manifestação mais pura de nossas crenças.

    No final, cada um sabe no que acreditar:
    Deidades, vida após a morte,
    Fluidos corporais que prendem uma alma livre,
    Vida plenamente para ser vivida.

    Morrer é a mais intensa das emoções.
    É o prelúdio do que não conhecemos.
    É o que há de pior que vem à nossa mente.
    É entender que poderíamos ter vivido e amado mais.

    Finalmente, o grande dia chegou,
    E com ele, a experiência individual.
    Desejo, sonho — nada mais é tão importante
    Quanto o momento de vivenciar a própria morte.

    Íntimo de minha alma,
    Nos momentos de mais sofrimento, é a minha paz.
    É a poderosa impressão que busquei a vida toda.
    É o momentum além do amor que conhecemos.

    Sinta, em seu rosto, o toque suave:
    Desejo amoroso que desperta pela humanidade.
    Sentimentos naturais de nobreza são potencializados,
    Dando origem à sua melhor versão em plena passagem.

    O íntimo vai florescendo enquanto se faz a passagem.
    Todo o medo e a angústia dão lugar à pacificação plena da alma.
    O condutor de toda essa passagem é o amor,
    O amor semeado pelas pessoas durante sua vida.

    Carlos de Campos
    Borboletas  em voo (alma, libertação, transformação)
    Foto por Lisa from Pexels em Pexels.com
  • Aos que se sentem assim

    Aos que se sentem assim

    ✦ Este poema é um abrigo para quem vive dias de confusão interna, silêncio sufocante e busca sem resposta. Se você já sentiu que não se reconhece mais, estas palavras são para você.

    Mente que vai de um lado para outro
    Em busca de estabilidade,
    Indo sem ao certo saber
    O que há de encontrar.

    E, indo, deixa de ser
    Quem acredita ser.
    Deixa tudo inacabado,
    Cai o que sustentava.

    Figura em seu interior
    Um mundo desértico.
    Terra arrasada é como encontra sua alma,
    Imperativo do não ser.

    Longe da razão se encontra,
    Desafios lhe são impostos.
    O divino é quem separa o mundo,
    Homem fragilizado na sua esperança.

    O seu mundo é fugaz,
    Inebriante para a mente.
    É um profundo buraco vazio,
    É um ir e vir sem rumo.

    Silêncio de ouro,
    Distúrbios desconcertantes,
    Lucidez há quem espere.
    O que sei é o que vivo e sinto.

    Carlos de Campos

    Você também sente que está se perdendo?
    Foto por Aa Dil em Pexels.com
  • Mago do Posicionamento Orgânico

    Mago do Posicionamento Orgânico

    Hoje, minha vida recebeu um presente:
    Um dom que estava escondido, e eu o encontrei.
    Convenci o algoritmo de que tenho muito a dizer.
    O algoritmo, com sua "personalidade" fria, me acolheu.

    Tudo parecia que seria mais fácil depois de ser abraçado.
    Nos meus sonhos mais otimistas, eu sempre dizia:
    Se eu superasse o algoritmo de maneira orgânica, tudo fluiria.
    E chegaria com mais facilidade aos corações humanos.

    Na teoria e na prática, convencer o algoritmo sempre foi o passo mais difícil.
    É um universo pré-determinado, sabe-se lá para quê e para quem.
    É uma "relação" com uma máquina fria,
    E transpor esse obstáculo era o ponto primordial.

    Algoritmo superado de maneira orgânica,
    Daqui para frente tudo seria mais fácil.
    Foi o que pensei a princípio.
    O ser humano, querendo ou não, age mais pela emoção.

    O que escrevo não ressoou entre pessoas,
    E me pergunto: por que isso aconteceu?
    Sou uma máquina para entender as máquinas?
    Ou sou só mais um anônimo querendo atenção?

    Sou o mago do melhor posicionamento orgânico,
    Mas sou invisível aos corações humanos.
    Não é para se frustrar,
    Quando são as dúvidas que pairam sobre o meu falar.

    Carlos de Campos
    Foto por Ron Lach em Pexels.com
  • Desejos e sonhos roubados

    Desejos e sonhos roubados

    É impossível ter desejo de justiça quando se tem o monopólio econômico a seu favor, quando o sol nasce para todos, mas maltrata uma parcela da população mais que as outras. É sempre a mesma conversa, e me parece que continuamos no mesmo lugar: solitário e desiludido. Conversas que não mudam comportamentos e comportamentos que não querem ser mudados.

    O mundo precisa de uma sociedade consciente. Consciência, esse é o nosso grande problema: consciência livre de ideologia não existe. Nossa busca pela consciência é genuína, até que atolamos no lamaçal de conceitos viciados, conceitos que nos aprisionam e não nos permitem avançar.

    Quem sou eu diante desse mundo de ilusões? De desejos não correspondidos? Quem, do topo de sua mediocridade, é capaz de ver além do que lhe é imposto para ver? Sou quem não quero ser, sou quem me determinaram ser, sou a ilusão de dias felizes, fruto do pecado, das almas escolhidas de um deus construído. 

    Desde criança, fui ensinado a ver o mundo como os adultos o viam. Cresci e continuo vendo somente pelos olhos de outras pessoas; vejo o mundo pelos olhos de quem detém o poder político, econômico, religioso e midiático. Meus olhos e minha vida estão a serviço dos poderosos.

    É irrelevante tentar resistir. Desejos são controlados. Minha existência aqui neste planeta apenas repercute os sonhos e desejos que não são os meus; luto as lutas que não foram escolhidas por mim.

    Banido de toda a corte real, meu existir subsiste no submundo, onde luto as lutas que não foram escolhidas por mim. Essa é a realidade, pelo menos é a realidade que flagela meu corpo e mente o tempo inteiro. Realidade que devo suportar. Em uma realidade de cartas marcadas, não há muito o que fazer. 

    Meus sonhos e desejos são impossíveis de se realizar. Movimento-me para, quem sabe, algum dia, enfim, superar a lavagem cerebral à qual fui exposto. Sonho por sonhar, sonho desejando acordar.

    Quem sou eu depois de ontem? O que fui capaz de ver além da escuridão? Dos desejos e sonhos que foram roubados? Em meus dias que se passam, passa também a esperança de um dia estar livre.

    Carlos de Campos

    Foto por Lisa from Pexels em Pexels.com
  • Nós nos limitamos apenas ao que pode ser visto

    Nós nos limitamos apenas ao que pode ser visto

    Tua distância me faz repensar o solitário modo como vejo a vida, a distância que nos afasta e nos arrasta para bem longe de nosso ser. Para compreender melhor o medo, aquele que mais me incomoda.

    Carlos de Campos

    Foto por KoolShooters em Pexels.com
  • No mundo real, a mentira é inviável

    No mundo real, a mentira é inviável

    Motivado por mentiras, escolheu o seu destino. Idealizou um mundo mais justo, ajustado às suas medidas e desejos, às suas regras e preconceitos. Nesse mundo, via-se como o rei.

    Rei do seu próprio mundo, deixando todo o resto submisso aos seus caprichos e vontade – vontade escrota, alienante, violenta, onde os desejos sujos alimentam um reinado de súditos ignorantes.

    Ignorantes ou súditos perversos? O que alimenta os desejos escusos dessas pessoas? Não! Não existe inocente; de alguma forma, todos estão comprometidos com a causa.

    Finalmente, chegou o grande dia em que o reinado paralelo colidirá com a realidade nua e crua, e com ele vêm os seus efeitos colaterais de justiça.

    Nenhum reinado paralelo é capaz de sobreviver à nobreza da verdade, à transparência que tudo revela, desorientando todo e qualquer átomo de mentira.

    Carlos de Campos

    Foto por Valentin Antonucci em Pexels.com
  • Boas e más notícias

    Boas e más notícias

    Numa tarde qualquer, um homem desorientado, embriagado por mágoas. Longe dos olhares que o condenam, pessoas iguais a mim. Sou cão sem dono, sem princípios. Aos homens como eu, digo apenas uma coisa: tudo é tempo. Tempo que passa, que passa longe de mim. Nada melhor que o tempo para nos curar.

    Carlos de Campos

    Foto por Meshack Emmanuel Kazanshyi em Pexels.com