Minha falta de opção

Minha falta de opção


Não adianta tentar esquecer
Quando tudo o que experimentamos é só ilusão
Deveres e obrigações
Noites de insônia sem fim.


Quando os dias são pesados
A esperança esperneia
Não desistir é o ideal
Luta, briga com as próprias emoções.


Emoção à flor da pele
Pele que sente o frio do abandono
Desrespeito das loucuras alheias
Fluidez de toda alucinação.


Ódio como reprodução do medo que sinto
Escondo-me para não ser mais ferido
Morte por asfixia.


A insânia se estende
Contra a nossa própria vontade
Entre traumas e desencontros.

Carlos de Campos

Comentários

Uma resposta para “Minha falta de opção”

  1. […] são as memórias De uma mente sem pátria Sendo o tempo a nossa âncora.Tempo de amar De viver o tempo todo Dando sentido às nossas memórias.Carlos de […]

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