Morrer aos poucos


Morrer aos poucos

Pouco a pouco, tudo se vai,
Sem encontrar barreiras, se vai.
Tudo é instável,
Perdemos o chão.

Lealdade para com o existir
É como a brisa batendo no rosto,
É chuvisco de uma noite de outono.
Para além de viver, é preciso existir.

O que precisamos focar?
Olho para esse belo jardim,
Suas flores estão murchas.

Compreendo o meu lugar nessa vida,
Distante do que sonhei.
Hoje, existo como posso.

Carlos de Campos

Comentários

Uma resposta para “Morrer aos poucos”

  1. […] sonho?Um sonhador que sonha a sua verdade,a verdade que nos faz acordar para a realidade de verdade.Um misto de emoção me tomae me carrega pela mão,me leva para ver o horizontedos meus sonhos mais profundos,os mais […]

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