Não bebo a solidão, ela é quem me toma, me possui em tudo: sentido... tato... olfato... paladar... Nada está fora do seu alcance.
Algoz do meu mundo, que em medo me enche, o que nada desafia na fria escrita que rompe o silêncio. Tempo sombrio.
Tudo o que faz sentido está longe de ser revelado. O que faz sentido não se explica: observa, sente e observa, sente até sentido fazer.
No meu mundo é difícil sentir, porque o sentido se desfaz na ilusão do meu entendimento. Meu caro, devo lhe dizer: o Invisível é quem te guia, na escuridão ou na iluminação.