“Memórias de Gelo” é um poema existencial sobre o colapso emocional e a efemeridade daquilo que achávamos sólido. Gelo, lágrimas, silêncio, solidão. Cada verso é um eco do que somos quando tudo derrete."
Memórias de gelo
No instante seguinte, tudo se torna poeira, entulho de silêncio, lágrimas da solidão.
No instante seguinte, o ar se torna raro efeito, lágrimas se transformam em sangue, silêncio atordoante.
Solidão, quando chega, chega desestabilizando, provocando.
Desejos e sonhos enfraquecidos, consumidos pelo desespero, lágrima fragilizada.
No instante, tudo se vai, tudo o que era seguro, tudo construído com gelo, agora escorre por entre os dedos.
Feito de memórias ilusórias, desfeito todo o sonho, lágrimas de desejos.
[…] nós. No mundo, o poder faz toda a diferença: se consegue entrar em todos os buracos do sistema. Quem é o sistema? Sei que eu não sou o sistema.Entende onde quero chegar? Nem eu! Só dê ao sistema o que é do […]
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