No jogo do poder, todos perdemos


No jogo do poder, todos perdemos

Ondas enormes recaem sobre o mundo.
Desastres terríveis se levantam.
Medo e morte,
sofrimento, desejo da humanidade.

Deitado em minha consciência,
ando tão inconsciente.
Ando sobre os meus próprios escombros,
ando na esperança de que nada vai mudar.

É nesse mundo que queremos viver?
Esse é o nosso rosto:
o rosto da desilusão,
do ódio potencializado,

da vida enfraquecida,
do amor esquecido,
da violência como ferramenta.
O nosso rosto anda desfigurado.

O mundo tem jeito
quando a humanidade tomar jeito,
porque, do jeito que está, é suicídio:
é unidos ou destruídos.

É preciso que a ética vença,
que o bom senso prevaleça,
que a humanidade humana se fortaleça.
Estamos no tudo ou nada, neste momento.

Carlos de Campos
Foto por Prayag Bhowmik em Pexels.com

Comentários

Uma resposta para “No jogo do poder, todos perdemos”

  1. […] de que, em seu íntimo, é desejado; é o desejo dos desejos a ser conquistado.Impor é se destruir, é revidar contra si mesmo, é lutar com a imagem refletida pelo espelho, é ser, na essência, a essência […]

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