Predomínio de um delinquente
Carregam o meu direito de existir
Insuflando em meu ouvido
Orgias pagas com o dinheiro do contribuinte
Que, lesado, continua sendo vitimizado.
Sua orgia me desinforma
Transformada em corja
Que me cega da realidade
Contaminando o meu sangue com o veneno da maldade.
Um estrago acontece em minha alma
Uma alma vidente
Que vê as evidências
Contidas em uma palha seca.
Seca pela boca seca
Que seca os nossos recursos vitais
São vidas voltando para trás
Vidas impregnadas pelo ódio visceral.
O que se ouve é um canto sedutor
Canto que encanta o ouvido de muita gente
Que deteriora o cérebro dos desavisados
Que ouvem o canto sedutor master.
Ouve o canto da perversidade
Que te abraça por detrás
Para que seja mais fácil te sufocar
Esse é o canto que os magnatas não querem te falar.
Carlos de Campos

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