Um olhar que observa No fundo da alma De uma alma inquieta Solitária.
Consumida pelo cansaço Fadigada por tantos problemas Quer chorar e nem isso consegue Perdida é como se sente.
Preciso de uma pausa Sou apenas mais uma peça Da enorme engrenagem capitalista Na minha ausência, Tudo continuará normalmente Vou relaxar.
Olhe a natureza Os passarinhos fazem somente o necessário Cantando, fortalecem o espírito Quando foi a última vez que você cantou? Cantar só pelo prazer de cantar.
Tua alma precisa voltar a ser criança Viver a vida com mais leveza Rir, dançar e namorar O segredo é viver o agora.
O dia é de felicidade
Ao ler o pergaminho da felicidade
Encontro o amor
Silêncio e tranquilidade
No interior da alma.
Não existe barreira que possa impedir
Não existe sentimento que seja em vão
Muito menos existe qualquer pressão
O desejo sempre se realiza.
Mais e mais me entrego
É a felicidade quem me leva
Invadindo todo o ser
E, sem reservas, apenas me entrego.
Carlos de Campos