Nosso destino em queda
Olhe esta geração da vingança.
Leia os sinais que vêm do mundo.
Mostre os delírios.
Assusta-me saber que acham normal
ver os delírios.
Observe: nada disso é normal.
Carlos de Campos

O medo angustia a alma
Adiando o sucesso de hoje
Desejos no papel são só desejos
Luz fraca no caminho.
Carlos de Campos
Toda as traduções são feitas pela IA
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🇺🇸 Inglês
Fear Torments the Soul
Postponing today's success
Desires on paper are only desires
A faint light along the way.
Carlos de Campos
All translations are made by AI.
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🇪🇸 Espanhol
El miedo angustia el alma
Posponiendo el éxito de hoy
Los deseos en el papel son solo deseos
Una luz tenue en el camino.
Carlos de Campos
Todas las traducciones son realizadas por IA.
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🇮🇳 Hindi
भय आत्मा को व्याकुल करता है
आज की सफलता को टालते हुए
कागज़ पर लिखी इच्छाएँ बस इच्छाएँ हैं
राह में मंद रोशनी।
Carlos de Campos
सभी अनुवाद AI द्वारा किए गए हैं।
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🇨🇳 Chinês simplificado
恐惧使灵魂焦虑
推迟今天的成功
纸上的愿望终究只是愿望
路上微弱的光。
Carlos de Campos
所有翻译均由人工智能完成。
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🇮🇩 Indonésio
Ketakutan Menggelisahkan Jiwa
Menunda keberhasilan hari ini
Keinginan di atas kertas hanyalah keinginan
Cahaya redup di jalan.
Carlos de Campos
Semua terjemahan dibuat oleh AI.
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🇷🇺 Russo
Страх тревожит душу
Откладывая сегодняшний успех
Желания на бумаге — лишь желания
Слабый свет на пути.
Carlos de Campos
Все переводы выполнены с помощью ИИ.
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Vi o seu poder
Capacidade de se desintegrar.
É assustador e, ao mesmo tempo, fascinante.
Extraterrestres existem?
Carlos de Campos

Livro 2: Geografia do Afeto: Uma Viagem pelo Lado Luminoso da Alma Mundi
O mundo é a nossa casa (Poema 01/60)
Procuro o vento que me levará até você,
um sonho de criança:
navegar em alto-mar.
Nas linhas deste caderno, viajo com você.
Nas diversidades das culturas,
neste imenso almanaque de sabores,
eu sou você,
você que deseja repartir a sua experiência.
Adquira seu exemplar aqui
Vou desbravando este mar,
não como um colonizador,
mas como um amigo que busca as convergências culturais
para celebrarmos mais uma amizade verdadeira neste cais.
Vou aonde o mar me leva,
onde as culturas se encontram
e o medo dá lugar à experiência do convívio.
Feliz, sigo neste novo desafio.
O momento especial é estar com você,
com todas as nossas diferenças latentes.
Encontro em você a nossa unidade,
porque a verdadeira celebração que nos une
está em nossas diferenças.
No mundo em que vivemos,
vivemos como uma família que mora na mesma casa,
onde as nossas diferenças
se fazem raízes em um longo olhar amoroso.
Carlos de Campos

Livro 5: Título provisório — FENAS/OVNIS
Vi o céu rasgar e algo mágico me aconteceu (Poema 01/60)
No entardecer daquela sexta-feira,
tudo acontecia naturalmente.
Pensar, hoje, no que aconteceu
é muito difícil para mim.
Minha memória
tem dificuldades em aceitar o que aconteceu.
Por isso, vivo em constante negação:
a memória de alguém que prefere não se lembrar.
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O que aconteceu não foi uma ação humana.
Não. É até difícil de acreditar.
Estávamos no quartel,
na torre do Distrito Norte.
— Peçam apoio aos caças!
Eu e outros dois respondemos imediatamente ao chamado.
Tudo aconteceu em segundos para mim,
mas meu comandante disse
que ficamos desaparecidos por cinco anos.
Observei, enquanto nos aproximávamos do local,
que tudo estava tranquilo,
exceto por um cheiro estranho.
Não conseguia distinguir de onde vinha.
Parecia que vinha de fora.
Ao mesmo tempo, parecia que estava dentro da aeronave.
Não conseguia distinguir de onde aquele forte cheiro vinha.
Tudo ficava cada vez mais forte, estranho e intenso.
Carlos de Campos
16AL01

Livro 4: Título provisório — Solidão Digital
Poema 01/60 — Que os dias de solidão acabem logo
Um quarto de prisão.
Sou inocente,
condenado pela insistência de existir.
Existo no instante do veredito.
Quando a alma está encarcerada,
nossas orações já não fazem mais sentido.
Sinto este instante me comprimindo;
a prisão calou os meus sentidos.
Enquanto a solidão me abraça, Compre aqui.
No cárcere desta longa solidão,
alimento-me do medo,
na embriaguez de minhas palavras,
do ódio que alimento no canto mais frio da alma.
Os cadáveres me assombram todos os dias.
Esqueletos são as minhas companhias.
Noite fria, nua, me seduzindo.
Mergulho em mim.
O que esperar desta solitária prisão?
Dos dejetos que se acumulam em minha alma?
Da sombria decisão da vida?
O que devo esperar dos abusos que sofro aqui?
Tudo é tão gelado,
sem dia para terminar.
Nesta cela fria, eu me vejo.
Encorajo-me a ser só solidão.
Carlos de Campos
16AL01
