Janela do Olhar
Um olhar que observa
No fundo da alma
De uma alma inquieta
Solitária.
Consumida pelo cansaço
Fadigada por tantos problemas
Quer chorar e nem isso consegue
Perdida é como se sente.
Preciso de uma pausa
Sou apenas mais uma peça
Da enorme engrenagem capitalista
Na minha ausência,
Tudo continuará normalmente
Vou relaxar.
Olhe a natureza
Os passarinhos fazem somente o necessário
Cantando, fortalecem o espírito
Quando foi a última vez que você cantou?
Cantar só pelo prazer de cantar.
Tua alma precisa voltar a ser criança
Viver a vida com mais leveza
Rir, dançar e namorar
O segredo é viver o agora.
Carlos de Campos

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