Venho das incertezas dos dias certos
Longe de casa,
dos meus sentimentos,
de onde eu vim —
vim para estar perto.
Vim carregando as incertezas,
incertezas do que ontem era certo,
era bom,
o bom que passou.
Certo de que hoje eu esteja certo,
cansado...
mesmo assim sigo seguro.
E que minha chance chegue um dia, talvez,
mesmo a essas incertezas certas,
eu vença, quem sabe, outra vez.
Carlos de Campos
Tag: poesia sobre o tempo
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Venho das incertezas dos dias certos
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Travessia
Travessia
No entardecer da vida
A vida sobrevive,
mantendo-se focada
para uma jornada que continua,
celebrando o essencial.
Carlos de Campos
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No passar do tempo, instante desfeito
Este não é apenas um poema que se lê — é um poema que lê você.
Ele reconhece, em silêncio, os lugares onde o tempo deixou marcas: dor, saudade, arrependimento, maturidade.
Não tenta convencer. Apenas revela uma verdade universal: o tempo não é neutro.
Ele molda, esvazia, esculpe… e, às vezes, sepulta.
Cada verso é um espelho — e cada espelho, uma travessia.
No passar do tempo, instante desfeito
No existir do tempo,
o tempo nos comove.
Diante de tua grandeza exuberante,
o tempo deixa de existir.
Sou o tempo que passou,
o tempo que se faz presente,
o tempo em construção permanente.
Sou o tempo em tempo.
Tempo em tempo,
a vida dita o ritmo.
Em tempo, em tempo,
a vida vai se esvaindo.
O tempo é quem me mantém vivo,
ditando o ritmo sinistro.
O tempo vai...
e, com ele, também vai a minha paz.
No fim do tempo, existe uma pessoa
que pensa e se incomoda.
O tempo é irremediável,
e o fim geralmente é negado.
O tempo amadurecido
é o tempo de ser colhido.
É tempo da aceitação,
tempo da mais pura transição.
Carlos de Campos
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