Amor é grilhão de seda, prisão que sabe afagar,
É laço que prende o peito, mas deixa a alma voar.
É jaula feita de beijos, com trancas de atenção,
Mas às vezes abre a porta só com uma intenção.
É voo sem rota certa, é pouso em chão desconhecido,
É vontade de partir mesmo estando envolvido.
É liberdade de escolha, com destino compartilhado,
É querer tudo e nada, num suspiro engasgado.
Amor é prisão desejada, é fuga sem direção,
É trilha que não se vê, mas conduz o coração.
Ora nos cerra os olhos, ora nos faz enxergar,
É paradoxo perfeito: amar é se libertar…
Boa tarde, Carlos
Perdoe-me, seu poema além de inspirador é belo, não resisti em fazer uma interação
Obriagada por isso! Parabéns pela obra tão genuina!
Feliz tarde! 🙂
Patrícia
Li sua resposta como quem reencontra um poema que gostaria de ter escrito. O que você fez vai além de uma interação — é poesia da mais bonita. De verdade: seus versos estão mais belos e extraordinários que os meus. Parabéns por isso!
Cada imagem que você criou — o grilhão de seda, a jaula de beijos, o voo sem rota — carrega uma força suave que toca fundo. Queria eu ter escrito exatamente algo assim.
Obrigado por essa entrega. Respostas como a sua fazem tudo valer a pena.
[…] para frutificar? É ilusão o amor que sinto?Sinto como se estivéssemos entre paredes de vidro: nos vemos e nos desejamos, porém, não nos sentimos de verdade. Nosso amor é, antes de tudo, virtual.Carlos de […]
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