Ir é sentir que a mudança é necessária, ir é decidir permitir que a mudança aconteça. Quero deixar ir, ir embora para bem longe tão longe que não saiba mais voltar.
Onde cada pessoa ao se ver não reconhece na imagem em que se vê. Ver é ir além para que as mudanças aconteçam. É se casar com a própria imagem. Ir cabe a aceitação.
Quem se recusou a ir além? Além das fronteiras? Além de tudo o que é posto? Posto em nossa garganta abaixo? Ir além da fronteira é necessário é um ato de coragem porque exige de nós sempre mudanças.
Vá para dentro de si, de sua realidade persistente que bloqueia o que você permitiu ir, que não facilita a sua decisão de mudança. O muro está posto diante de ti. Para seguir é preciso ir além.
São as lembranças dolorosas que te prendem São as decisões que te assustam São como névoas em uma estrada de madrugada que reduz a nossa visibilidade, a nossa lucidez para que possamos ir além. O que precisamos fazer? É ir além.
O que fazer depende do que você decidir independente de qual seja a sua decisão, ela sempre será uma decisão acertada, porque sempre será uma decisão de quem decidiu decidir ir além. Ir além é decidir-se pela mudança.
Surge diante dos meus olhos uma luz suave. É possível ver esferas douradas; são lindas essas esferas douradas, que gravitam dentro dessa luz suave. Tudo isso vejo diante dos meus olhos. Percebo que essa luz suave se movimenta em minha direção, encobrindo todo o meu corpo. Eu faço parte dessas esferas douradas agora.
Faço parte desse mistério. As esferas douradas dançam ao meu redor; sinto-me feliz e danço no mesmo ritmo dessas esferas douradas, danço. Essas esferas começam a pulsar, intercalando entre o forte e o fraco, entre o intenso e a ausência total de luz. No momento em que tudo se apaga, vão se acendendo uma por uma e parecem querer se comunicar comigo.
Comunicam-se em forma numérica: cada esfera dourada contém um número. Diante de mim, revelam-se esses números misteriosos, números de nível elevado, como podemos ver: cinquenta e dois, quarenta e quatro, vinte, dezoito e dois. Tudo é mistério sem fundamento, antítese da racionalidade, um mistério que vi e observei bem de perto.
O campo frutífero é vasto e eu os encontro com facilidade
No teu ser existe um campo, um campo cheio de frutos. Sua intenção é que cada fruto se torne recurso financeiro: frutos saborosos, frutos que se transformam em recursos financeiros. Esse campo é próspero, e tudo o que você procura, encontra.
Vou em busca dos frutos da sensibilidade: a sensibilidade de sentir o ponto ideal de cada fruto; frutos que se tornam recursos financeiros. A sensibilidade de ver além do material, de perceber antecipadamente o momento ideal de colher o fruto — frutos que vão se tornar recursos financeiros. Tudo vejo e tudo sinto antecipadamente, sem me perder. Eu encontro os frutos.
No vasto campo frutífero, estou à procura, entre dezenas, do melhor fruto de todo esse campo: aquele fruto que vale ouro. São pouquíssimos, mas, nesse vasto campo, eles estão aí, aguardando o momento em que serão localizados, serão colhidos e serão revertidos em uma ótima renda financeira. Eles estão aí, nesse vasto campo frutífero, aguardando que eu os localize. Estão aguardando a minha sensibilidade aguçada. Estão me aguardando encontrá-los. Estou tão perto que já posso senti-los nesse vasto campo frutífero. Sou capaz de encontrá-los, sou capaz de identificá-los. Estou tão perto que posso senti-los, e, sentindo, eu os encontro com precisão e os colho.