Osso

Osso

Morte, onde se esconde?
Baforada do destino,
Cadeado que nos prende à razão,
Fúnebre é a vida.

Atropelados pelo consumismo,
Sem limites,
Forjados pela angústia,
Das últimas impactadas pela miséria.

Luxúria com o dinheiro alheio,
Alheios a toda essa ambição,
Ambição que promove a miséria,
Miséria escancarada para que todos vejam.

E observando, não façam nada.
Nas ruas, vejo ossos se movendo,
Sem destino,
Levando como podem,
O fóssil ambulante segue o seu caminho.

Carlos de Campos

Foto por Felipe Hueb em Pexels.com

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Resposta

  1. Avatar de Minha beleza perdida – Memória e poesia
    Minha beleza perdida – Memória e poesia

    […] vejo aos montes Desejos desajeitados Sem compromisso.Insistente até a morte Cúmplice de alma Sou desse jeito.Carlos de […]

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