Lambuzado de vida pós-existência
Elevem os motivos,
derrubem as fronteiras.
Digam, quem é o maior?
És tu, pequeno homenzinho?
Elevem os motivos,
derrubem toda a ignorância.
Conflitos…
És tu o demônio humano?
Em meu ser,
a ilusão se intensifica,
distorcendo a realidade vivida.
Tímida…
Onde devo buscar a vida?
A vida triste que angustia,
que se esvai por entre os olhos…
Vida maldita.
É meu coração que bate:
tum… tum… tum…
meu coração fala atrocidades,
deseja os desejos mais sombrios.
É meu o coração que está parando,
desencorajado de viver,
massacrado para morrer.
São minhas as minhas incoerências.
Carlos de Campos

Deixar mensagem para Cheiro de saudades – Memória e poesia Cancelar resposta