E o que encontro pela estrada da vida? Encontro a companhia de quem não quero. Quero o imperativo do desejo, Do querer estar em sua companhia.
Quem quis o que não podia ter? Quem, diante do medo, não se expõe? Ninguém sabe o que deseja realmente; O que queremos, muitas vezes, é obscuro.
Indo ao encontro da sorte, Dos milagres oportunos que a vida reservou Aos pobres desantenados, Bem quis a vida que nós nos encontrássemos.
Em meu teatro de oportunidades, Do baixo ao mais baixo da vida, Na difícil tarefa de amar, Os encontros obscuros.
Um fiel escudeiro do amor é o que sou, Do amor que promove o encontro e o desencontro. Dentre segredos guardados a sete chaves, O amor é com quem não quero estar na estrada.
Para o bem da vida em sociedade, acredito que nosso maior propósito é cultivar o amor como um exercício diário. Dessa forma, o amor pode crescer e se fortalecer em nossas mentes, tornando-se o foco central de nossas relações humanas.
Procure o equilíbrio diariamente e não perca a paz. Sei que parece clichê, mas também sei que o equilíbrio e a paz não vêm automaticamente; é preciso trabalhar todos os dias para que, quando a vida exigir equilíbrio e paz, você esteja pronto para oferecê-los. Não existe um ser humano equilibrado ou pacífico se não assumir a responsabilidade de cultivar esses valores em si mesmo. Plante o equilíbrio e a paz em seu caráter, e certamente colherá momentos e pessoas que lhe farão experimentar o melhor que a vida e as relações humanas têm a oferecer.
Cante o mantra OM (AUM). Deixe sua preguiça ou desculpas de lado e faça uma caminhada. Enquanto caminha, observe suas preocupações do dia e sua mente “alucinada” remoendo todo esse entulho. Deixe vir, sem julgamentos. Depois, agradeça à sua mente pelas informações que lhe foram repassadas e passe a cantarolar sua música preferida por 10 minutos.