E o que encontro pela estrada da vida? Encontro a companhia de quem não quero. Quero o imperativo do desejo, Do querer estar em sua companhia.
Quem quis o que não podia ter? Quem, diante do medo, não se expõe? Ninguém sabe o que deseja realmente; O que queremos, muitas vezes, é obscuro.
Indo ao encontro da sorte, Dos milagres oportunos que a vida reservou Aos pobres desantenados, Bem quis a vida que nós nos encontrássemos.
Em meu teatro de oportunidades, Do baixo ao mais baixo da vida, Na difícil tarefa de amar, Os encontros obscuros.
Um fiel escudeiro do amor é o que sou, Do amor que promove o encontro e o desencontro. Dentre segredos guardados a sete chaves, O amor é com quem não quero estar na estrada.
O que eu seria sem o meu trabalho? – Memória e poesia
[…] você é facilmente descartável.Imagine quando você ficar doente?Como o seu patrão vai te tratar?O seu suor é totalmente desvalorizado,Enquanto o emprego vai desaparecendo.Há quem digaQue foi Deus quem inventou o patrãoPara castigar […]
[…] tudo para trás,como se você nunca tivesse existido.A infelicidade sempre terá a sua força.A minha sempre será você:do amor à ilusão,da ida, da volta, para o esquecimento.Carlos de […]
Tudo passa, a temperança prevalece – Memória e poesia
[…] um buraco.Sairia com a calça nas mãos,Sem vergonha, nu me apresentaria.Diante da vida, aceitaria.Tudo é passageiro,Permanece a temperança,O lastro contagiante da vitória.Extraordinários serão os seus dias —Que […]
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