Na vida, seguimos o que os outros querem



Na vida, seguimos o que os outros querem

É vida entregue, ansiedade.
É luta, ansiedade.
É esforço sem sentido,
uma mente se esvaindo.

É sonho demolido,
segue outro destino
imposto pela doença do capitalismo.
Esforço, esvaindo-me.

“Momentum” do medo,
das frustrações projetadas,
dos “gurus” que não sabem de nada,
nada além do nosso dinheiro.

Dinheiro sem sentido
sugou toda a minha vida.
Sua nostalgia o faz voltar à infância,
infância que nem me lembro mais.

É vida destruída,
rusga de sofrimento,
detestável por se sentir revoltado
de onde a dor maltrata o seu peito.

Dilacerado por dentro,
fisga o desejo.
Desajeitado, outros querem o seu medo:
vida forjada nos cala-bocas do ressentimento.

Carlos de Campos
Foto por Malcoln Oliveira em Pexels.com

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Resposta

  1. Avatar de Os dias que marcaram a alma – Memória e poesia
    Os dias que marcaram a alma – Memória e poesia

    […] ruas, triste… encontra-se desolado.O sofrimento é desmedido, o destino, particularmente doloroso. A vida está sem rumo. Como eu estou por dentro?Carlos de […]

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